Já que o Enca começou... vou dar a minha versão também...
Antes, peço que ignorem tudo que aqui for dito, in-game. Pode prejudicar em muito minha personagem.
E preparem-se, lá vem um
SUPER MEGA HYPER e
CANSATIVO POST.
Prólogo:
Uma manhã cinza. Nem preto. Nem branco. Como a vida daquele homem estava destinada a ser. Nasceu, ou surgiu. O certo é que lá estava, um homem ruivo e magro, de nada mais que uns vinte anos no máximo. Em meio a uma floresta de névoa densa, ele não sentiu frio ou fome em seus primeiros minutos de vida.. só dor, muita dor.
Ele olhou para os lados, perdido e confuso, viu corpos ao chão, logo imaginou se tratar de uma guerra, viu um dos homens a saquear os mortos e fugir, dizendo que aquele lugar era perigoso. Ele fugiu, mas levou consigo tudo que pode carregar.
Após dias andando, e quase morto de fome, chega a uma praia. Deserta e suja. ele pescou para viver, conseguiu um bom estoque de comida. A partir daquele dia, prometeu a si mesmo, que nunca mais passaria fome.
O homem confuso, avia tomado para si todas as dores do mundo, o medo, a fome, a guerra... a incerteza do amanhã. Foi a semente dos mercenários. Foi naquela floresta de névoa densa que tudo começou.
Fim do prólogo.
Capitúlo 1. Pacto de Sangue.
Três homens se reuniram na margem de uma praia. Desacreditados e cansados, se reuniram em torno de um objetivo comum. Vencer. Serem algêm. Mickaeil, Krull e Arthur. Mickaiel sugeriu que aquilo precisava ser oficializado, não com tinta e papel, mas com sangue e honra. Com um peuqeno corte em seus dedos, e um papel velho e amassado, fizeram pela primeira vez, o pacto de sangue dos mercenários. Ato este, que viria a se repetir muitas e muitas vezes. Foi a primeira formação dos Mercénarios de Dominion.
Capitúlo 2. O Barco.
Mickaiel sabia que precisavam arranjar um geito de sobreviver, mas não podiam simplesmente oferecer suas mãos e seu suor a quem os contratasem. FIcou decidido que venderiam serviços. Matariam, roubariam, construiriam ferramentas, não importava o serviço. fariam desde que alguêm lhes pagasse. Decidiram construir um barco. Foi feito em pouco tempo até. E partiram sempre reunindo mais e mais gente.
Capitulo 3. Thomas, o bruto.
O grupo, a esta altura já sem Arthur. encontrou um pilar forte e poderoso, Thomas of Lark. Maior guerreiro português que o mundo já viu. Uniu-se ao grupo e seguiram viagem.
Capitulo 4. Cat Doll - O Triangulo Amoroso.
Pacifista por natureza. Convencida a seguir o grupo. Fosse por necessidade, ou por paixão a um homem. Não há como saber. A história não teve um fim. Mickaiel amava Cat, de todo seu coração. Mas sabia que Cat, amava Thomas, o bruto. Thomas não amava ninguêm, só a morte.
Mickaiel entendia os sentimentos de sua amada, estava disposto a amar sem ser amado, desde que ela estivesse lá. Ele a deu um cargo, colonizadora, ela seria a responsável por cuidar da colonia, aonde viveriam aqueles que não queriam lutar, plantariam batas e espinafres para alimentar seus corpos, e manteriam seus corpos limpos e cheirosos para acalmar a alma daqueles guerreiros. Mas, colonizadores? Eles não eram mercenarios?
Capitulo 5. Desemprego.
A verdade é mais simples e menos poética do que a historia merecia. Eles eram um grupo forte, grande, mas não tinham trabalho. Não havia para quem trabalhar. Estavam dispostos a trabalhar para qualquer um, até para um lituano. Claro que depois do serviço feito e pagamento na mão, poderiam não ficar satisfeitos e querer algo mais... talvez a vida?
Sem emprego, precisavam de um novo ideal. Passaram então ao plano B, dominar a ilha lituana e varez qualquer lituano que existisse naquela ilha! Seria um lar onde todos os portugueses poderiam viver tranquilos, sem se preocupar em dormir até tarde, ou de ser atacado pelas costas.
Capitulo 6. Os Mercenarios não sabem brincar de esconde-esconde...
Parecia simples. Atacaram uma vila de lituanos, tudo que puderam fazer foi correr para uma velha cabana e se esconder. Aguardaram alguns dias esperando que saissem. Então tiveram a idéia de se esconder e atacar. Se dividiram em pequenos grupos e foram para as estradas. se esconderam atrás das árvores.
Mickaiel, além de eximio guerreiro, era um amante da música. Inspirado por Cat, enquanto se escondiam, ensinou a ela alguns truqys com a flauta. Era uma flauta de osso.
Voltando ao ataque. Os dias passaram e ninguêm saia da cabana, alguns sumiram em meio a floresta, perdios talvez. o certo e o que posso afirmar, é que o grupo se separou. Alguns se reunirão em um lugar comum e seguiram adiante.
Capitulo 7 - Quem é o Líder?
Ao se reunirem novamente, Thomas ameaçava um homem, obrigando-o a se unir ao grupo. O homem não queria, todos esperavam uma postura de seu líder. O líder deles sabia o que seus homens queriam. E deu a ordem. Preferiu fazer o que nunca pensou que faria, do que ficar só. O homem morreu.
Thomas era cada vez mais influênte entre os mercenarios. Uma força que crescia a acada nova marca em sua lança. Cada marca, um lituano ou português morto. Para o bruto, não havia muita diferença.
Capitulo 8 - Dois Grupos.
A morte daquele homem mexeu com todos, mas principalmente com Mickaiel, Thomas e Cat. Mickaiel, certa vez, puniu um homem, um que se aproveitou da proteção, das armas e escudos dos Mercenarios e depois quis simplesmente abandona-los. Pelo código dos Mercenarios. Foi sentenciado a morte.
Thomas entendeu errado, acho que seria ou estavam com eles, ou contra eles. Mickaiel não era totalmente contra, mas preferia evitar morte de inocêntes. E antes que tivesse a chance de mudar isto, este já era o pensamento de muitos em seu grupo. Talvez, até o seu.
O certo é que, depois de sentenciar aquele inocênte a morte, ninguêm mais foi o mesmo. Aquilo despedaçou o coração de Cat. Deu mais poder a Thomas. E de certa forma, tranformou o antes cinza Mickaiel em um homem sombrio.
Cat reuniu coragem e decidiu salvar os portugueses daquela loucura. Dividiu os mercenarios. E de certa forma, os destruiu.
Capitulo 9 - O Exilio.
"Era um dia qualquer, voltavamos de mais uma missão não tão bem sucedida. Quando chegamos, só queria sentar, descansar e tocar um pouco de música."
"- Uma traidora, elas nos traiu! Mandou um sujeito fugir!"
Alguêm disse, havia uma traidora entre os Mercenarios. Cat Doll. Dolly Cat. Aquela que por vezes, ceifou a vida de inocentes. Agora as salvava.
"Eu não pude acreditar, quando vi Leonidas apontando para Cat e a chamando de traidora, meu coração dizia para protege-la, fugir com ela... Inocênte coração, não conhece a sede de poder do homem. O cérebro sim, ele está mais perto dos olhos, e via como todos olhavam para Cat. A fuga, selaria o nosso destino. A morte era tudo que nos esperava. Decidi então, salvar a todos, Cat, eu e os Mercenarios."
Os Mercenarios, naquele dia não sabiam, mas aquele seria o dia mais sombrio de todos, o que selou o destino deles. Não sabiam, mas estavam caminhando para o fim.
"Dei a ordem, ferir Cat, fazer dela um exemplo, mas convenci a maioria de que por tudo que ela já havia feito, não poderia ser morta daquela forma. Consegui que ela fugisse para a floresta. Mas um monstro a seguiu... Eu fui atrás e proibi que qualquer um nos seguisse. O Monstro atacava aquela doce criatura, fugindo por sua vida, mas eu não era o cavaleiro, de espada indo salvar a princesa."
Para Thomas, seria apenas mais uma marca em sua lança, para Cat, era seu castigo por amar aquele homem. Para Mickaiel era o fim de sua humanidade.
"Segurei a pata do monstro, impedi que continuasse seguindo-na. Prometi lhe que a vida daquela mulher, seria dele, mas não hoje, não de forma tão vergonhosa. Mas não podia deixa-lá ir assim, com minha lança, fiz-lhe um corte no rosto. A cortei, por não ter me amado como eu a amei, a cortei, por ter me traido, a cortei para ter o respeito de meus camaradas. Mas o corte mais fundo, é o que ficou em meu coração. Este nunca há de sarar."
Cat, tornou-se uma exilada. Thomas, o maioral. Mickiel, perdeu mais do que sua amada, perdeu sua alma.
Capitulo 10 - O Desalmado.
Os dias sombrios não passaram, após a tempestade não houve bonança, só lágrimas. Agora não haviam inocentes. Só seguidores, ou inimigos. Agora Thomas e Mickaiel eram muito parecidos. Cat e Thomas, eram o equilibrio daquele homem, o que lhe fazia ser cinza. Agora sem a bondade e pureza de Cat, só restava o horror e a maldade.
Mickaiel ainda planejava matar Thomas. Mas agora, ele planejava matar a todos. Sö queria reaver seu amor perdido, e talvez, sua alma.
Capitulo 11 - Deixado para morrer.
A sede de poder, a ganância, do líder dos Mercenarios só aumentou, por uma pá e uma picareta. QUase morreram todos. Parecia simples. sequestrar e matar, roubar os pertences e ficar com o edificio de mármore. Tão simples, que du errado.
Após muito esforço, conseguiram arrastar um homem para dentro do barco, mas algo deu errado... Todos correram para o barco, menos, Mickaiel, Thomas jogou-lhe a chave e disse para pegar o bote e ir até eles. Seria perfeito, se o bote não estivesse atracado ao bote longo que Thomas levará...
Sem muita opção Mickaiel foi ferido e arrastado até o edificio de mármore aonde ficou preso. Thomas, Sulton e Leonidas, voltaram e acabaram presos também. Krull ficou no mar com o bote longo.
Capitulo Final - Cai o Grande Guerreiro.
Mickaiel não disse uma palavra durante dias, ninguêm falava. A unica coisaque Mickaiel queria fazer, era matar Thomas. Nada recebia mde comida só estrume. Vinham todos os dias surrar os prisioneiros, sem muito sucesso é verdade, levaram um tempo surpreendente para conseguir matar Sulton, que já estava muito ferido a esta altura.
Thomas, já sem esperanças, levantou, balbuciou algo enfiou a lança na boca e largou o corpo. Morreu. Mickaiel só lamentou pelo fato de não tersido ele a segurar a lança.
Mickaiel estava cheio daquela vida... cheio de tudo, ofereceu a vida de Leonidas em troca da sua. Disse em forma de desenhos, aos lituanos que trabalharia para eles em troca de sua liberdade. Claro, queria apenas sair dali e matar a todos. Mas nem os lituanos, nem Leonidas precisavam saber disto.
Passaram-se dias, talvez anos... os lituanos insistiam em atacar debilmente os prisioneiros. Cansados daquilo , e talvez com precisão do edificio, mandaram que entregassem o barcoe as armas. E soltaram os dois. Acabaram separando-se no caminho. Mas sairam de lá vivos. Aquilo mudaria os dois para sempre.
A unica alegria de Mickaiel era ter para sempre em sua memoria, Thomas, com a lança na boca, caindo ao chão.
FIM - por enquanto
Bom, contei tudoque lembro ai, nem tudo é fiel ao ocorrido, algumas passagens foram "poetizadas", outras adaptadas.
Algumas curiosidades:
- Na prisão dos mercenarios. Por um LAG, Mickaiel não entrou no barco a tempo.
- Mickaiel inicialmente era para ser comerciante...
- Foi o melhor RP que jooguei em todo o Cantr. E me faz falta...
